Black Sound

I Bienal Internacional Graffiti Fine Art

by Black Sound on Sep.02, 2010, under Black Sound

I Bienal Internacional Graffiti Fine Art
03 de setembro a 03 de outubro de 2010
As intervenções urbanas sempre estiveram presentes na história da cidade, nos muros da Àgora, nos banheiros públicos, nas fotos de Brassaï, etc, mas nunca se difundiu de forma tão vasta quanto o estilo que surgiu intitulado como graffiti na NY da década de 1970. Com um estilo particular, associado ao hip hop e aos jovens dos bairros pobres da cidade, e com um procedimento transgressivo, não autorizado, varreu o planeta.
Não se trata apenas de uma corrente artística, mas de um movimento que se desencadeou ao redor do mundo conquistando os jovens que foram se desenvolvendo e, trocando informações, abraçaram o mundo com uma estética e uma estratégia de conquista de espaços jamais vista antes.
Partindo desse princípio, tendo o graffiti como uma linguagem de abrangência mundial, o MUBE realiza de forma inédita, uma exposição com artistas de renome internacional. Pela primeira vez reunindo o de fora, com obras em empenas cegas da cidade, ao de dentro, com obras no espaço museológico, ratificando o lugar engendrador da expressão: a rua. Retratando o graffiti numa linha que coloca em paralelo a expressão com outras manifestações artísticas ao longo dos tempos.
Durante todo o mês de setembro o público poderá apreciar os artistas pintando ao vivo, assistir a um ciclo de cinema com os principais filmes que influenciaram e ajudaram a difundir a cena do graffiti, além de participar das mesas de debates com profissionais, artistas e intelectuais de distintas áreas: teoria da arte, ong´s, mercado da arte, urbanismo e arquitetura.
Esta Bienal pretende chamar a atenção da sociedade para o que esta acontecendo nas ruas das grandes metrópoles, colocando o Brasil como referência inescapável para quem se debruça sobre a arte de hoje.

I Bienal Internacional Graffiti Fine Art03 de setembro a 03 de outubro de 2010
As intervenções urbanas sempre estiveram presentes na história da cidade, nos muros da Àgora, nos banheiros públicos, nas fotos de Brassaï, etc, mas nunca se difundiu de forma tão vasta quanto o estilo que surgiu intitulado como graffiti na NY da década de 1970. Com um estilo particular, associado ao hip hop e aos jovens dos bairros pobres da cidade, e com um procedimento transgressivo, não autorizado, varreu o planeta.Não se trata apenas de uma corrente artística, mas de um movimento que se desencadeou ao redor do mundo conquistando os jovens que foram se desenvolvendo e, trocando informações, abraçaram o mundo com uma estética e uma estratégia de conquista de espaços jamais vista antes.Partindo desse princípio, tendo o graffiti como uma linguagem de abrangência mundial, o MUBE realiza de forma inédita, uma exposição com artistas de renome internacional. Pela primeira vez reunindo o de fora, com obras em empenas cegas da cidade, ao de dentro, com obras no espaço museológico, ratificando o lugar engendrador da expressão: a rua. Retratando o graffiti numa linha que coloca em paralelo a expressão com outras manifestações artísticas ao longo dos tempos.Durante todo o mês de setembro o público poderá apreciar os artistas pintando ao vivo, assistir a um ciclo de cinema com os principais filmes que influenciaram e ajudaram a difundir a cena do graffiti, além de participar das mesas de debates com profissionais, artistas e intelectuais de distintas áreas: teoria da arte, ong´s, mercado da arte, urbanismo e arquitetura.Esta Bienal pretende chamar a atenção da sociedade para o que esta acontecendo nas ruas das grandes metrópoles, colocando o Brasil como referência inescapável para quem se debruça sobre a arte de hoje.

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Mano Brown Racionais Mc’s participação com Jorge Ben Jor.

by Black Sound on Aug.15, 2010, under Black Sound, Video

Mano Brown Racionais Mc’s participação  com Jorge Ben Jor. Vale a pena conferir. Muito Bom… Umbabarauma….

Era eu
Era meu mano
Era meu mano mais eu
Pobre louco no bangue como bom deus deu
Ir de mangue a mangue pra juntar dez conto
Torto e tonto de fome: foi sempre assim
Nada mais que um jogo
Eu sei e sei sim
E aqui: morumbi
A fé é o que me move
Meu camisa nove treinou bem e vai jogar
salvador da final, salve o nosso natal que a vida em si ta uma merda
Tá só com milagre: o leão com cabeça de bagre
Eu sob assédio do crime sem gostar de ninguém
Meu time é quem me inspira por falta de alguém
Onde e como ele estiver
Tente se puder: corajoso num domingo chuvoso a pé
Só quem é, é: rato de estádio sabia
No rádio já dizia: “estamos em minoria”
Quem achou, quem diria: sonhei com esse dia
São quase dez anos sem gritar “campeão”
São paulo tá vazio; cem mil, morumbi
Eu li: o adversário, a Ponte, vai ser tri
Atenção, Brasil, atenção, que a bola vem: quase sempre a tensão
Aos 27, o silêncio que antecede a explosão
Criolo rei tem a sorte
Vida e morte no braço
Sim, momento mágico pra mim, sofredor
Passe curto pelo meio
Vem pela intermediária
Que alcança o meia-esquerda e vai à linha de fundo
E a bola bate rasteiro cruza bem dentro da área aos pés do nosso herói no sentido de gol
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Entrevista MC Marechal para o coletivo Hip-Hop MTV

by Black Sound on Jun.23, 2010, under Black Sound

Temido por seu freestyle contundente em batalhas e por sua levada primorosa, o MC sangue bom fala do tão esperado disco, de seus projetos recentes e muito mais na entrevista que vocês conferem aqui no Coletivo

MC Marechal

foto: Rodrigo Vieira (MC Marechal)

Marechal, você alcançou um espaço dentro do cenário do RAP brasileiro e hoje é um dos nomes mais respeitados da cena, mesmo não tendo nenhum álbum lançado, por que tanta demora para lançar o disco? É muito cobrado por seus fãs?

A “demora” é por me preocupar em fazer da melhor forma, minha intenção é tratar a música com respeito. Coloco “demora” (entre aspas) porque ainda me sinto novo na música e acredito que estou em um bom equilíbrio no tempo.

Existe uma cobrança mas isso na realidade não afeta o processo, fico feliz que a galera tenha interessa pelos sons, e acredito que a melhor forma de manter esse interesse é me dedicando a concluí-los da melhor forma.

MC Marechal – Sangue Bom 2010 (prod. Luiz Café) by Coletivo

Você lançou recentemente, na internet, o single “Sangue Bom (versão 2010)” que em poucos dias teve mais de 15 mil downloads (dados divulgados pela organização Um Só Caminho…), essa resposta do público te impressiona?

Os dados são do Bocada Forte combinados aos do 4shared e sobre impressionar na verdade não, fico feliz com o resultado e acredito que podemos expandir muito ainda. Não há limites para a música honesta.

Segundo a matéria do site Central HIP HOP esse ano está previsto o lançamento da trilogia “Porradão de 5” fale um pouco sobre essa idéia, e quando chegará o primeiro nas ruas?

Na verdade não é uma trilogia, é um novo formato. Custa 5 reais, 5 músicas, de 5 em 5 meses (se possível), sendo vendidos na forma clássica do empreendedorismo de rua, de mão em mão, olho no olho.

Como surgiu a organização “Um Só Caminho…” e qual a proposta de vocês?

Acredito no ditado “os fortes fazem a união”, a proposta é propagar a mensagem.

MC Marechal - Sangue Bom 2010 Single

Baixe o single “Sangue Bom 2010″

Prod. Luiz Café
01. Original
02. Instrumental
03. Acapella
04. Versão Rádio

A música “Sangue Bom (Versão 2010)” tem uma instrumental distante do que ouvimos normalmente no RAP, como estão sendo produzidas as músicas? Se percebe nitidamente a qualidade das bases, essa é uma tendência da produção musical dentro do HIP HOP?

O intuito é fazer música, tendência quem faz é o mercado, nossa música não se baseia nos padrões de mercado.

Sobre o Hip Hop do Rio de Janeiro, como você vê a cena carioca hoje, o movimento tem se fortalecido?

Não tenho saído muito por estar focado na música, não tenho capacidade de gerar uma visão concreta da cena nesse momento. Acredito em muitas pessoas, espero ver todas em breve com seus trabalhos e pingos de suor na rua.

No mês de março o RAP brasileiro perdeu o Mc Speed. No “Viradão Carioca” antes do som “Espírito Independente” você dizia, “Os que conviveram, conviveram, os que conheceram, conheceram…” o que você poderia dizer sobre o Speed, além de uma perda para o RAP o que ele representava para os amigos?

Speed foi um professor para mim, respeito de coração.

MURObr

Marechal, você está lançando a marca MURObr, qual é a idéia do projeto e como surgiu esse nome?

O conceito é desenvolvermos uma música, passa-la para o artistas de graffiti, design e etc, a partir desta música cada um desenvolve sua visão de expansão da mensagem. A imagem agrega mais ainda à mensagem do som.

Teremos coleções atemporais de grandes artistas!

Estamos apenas no princípio, confiamos no conceito e na ALTA FIDELIDADE das peças.

MU = Música…
RO = Roupa…
MURO = Solidez, Proteção, Firmeza…

Onde podemos encontrar as roupas da MURObr?

No site MURObr e nos shows, lojas e revendedores. Em breve MUITAS novidades.

Marechal, para finalizar, o Coletivo HIP HOP deixa este espaço para as considerações finais, onde você  pode mandar um salve deixar um recado, enfim, utilize-se do Coletivo HIP HOP que com “Espírito Independente” está de portas abertas sempre pra o Mc Marechal e toda organização Um Só Caminho!

Os verdadeiros reconhecem os verdadeiros, um só caminho…

Saiba mais sobre o MC Marechal

No twitter: @mcmarechal@murobr

Entrevista por: Rodrigo Mendonça

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Black Sound apoia o Projeto Empregabilidade do AfroReggae

by Black Sound on Jun.12, 2010, under Black Sound

Video Racionais MC’s – O Homem na estrada

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